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PANFLETAGEM MOSTRA DESCASO DO GOVERNO RICHA COM AS UNIVERSIDADES

           O presidente do Sinteemar,José Maria Marques, e demais diretores, fizeram, na manhã de hoje (3/4), um diade protesto contra os desmontes da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e emdefesa das universidades públicas do Paraná.  Apanfletagem fez parte de uma manifestação em nível estadual, organizada peloFórum das Entidades Sindicais (FES), que ocorreu simultaneamente em todas asuniversidades estaduais do Estado. Um panfletoexplicativo foi distribuído a toda comunidade universitária, nos portões deentrada e nas salas de aulas, para mostrar como o governo Beto Richa vemtratando as universidades públicas do Estado. O anoletivo está, mais uma vez, ameaçado pela falta de concursos e contratações dedocentes e técnicos, além de cortes em direitos previstos em lei.  A denúncia contra o governador mostra, ainda,que os servidores, que foram atacados no dia que ficou conhecido como o “Massacredo centro Cívico”, amargam agora um prejuízo em suas aposentadorias. Depois do “assalto”que Beto Richa fez à Paranaprevidência, o valor que era para se ter em conta hojedeveria ser R$ 14 bi, mas tem apenas R$ 6,9 bi.  Servidoresdenunciam, também, que estão há 28 meses sem receber a data-base (correção dainflação), além dos cortes no orçamento e os constantes ataques à autonomia universitária,o que prejudica o ensino, a pesquisa e a extensão, que são os três pilares queregem o funcionamento de uma universidade.

R E F O R M A D A P R E V I D Ê N C I A

    Os trabalhadores brasileiros estão vivendo o maiorataque aos seus direitos até então visto. A reforma trabalhista aprovada pelaLei nº 13.467/17, destruiu a Consolidação das Leis Trabalhistas – CLT. SeGetúlio Vargas estivesse vivo, com certeza agora morreria. Só paraexemplificar: vale mais o negociado que o legislado, redução da hora de almoçopara 30 minutos, trabalho intermitente, dispensa coletiva sem negociação com ossindicatos, entre tantas outras alterações.Temer está a serviço do capital financeiro, uma vezque ao mesmo tempo em que retira direitos dos trabalhadores perdoa dívidasmilionárias das grandes empresas. Faz a festa com dinheiro público. Agora o ataque vem com a reforma da previdência, tantopara o trabalhador celetista, público e rural. Se na reforma trabalhista ovilão era o imposto sindical, na previdência são os funcionários públicos.A reforma (ou deforma) da previdência vai mudar a vidados trabalhadores, e para pior. O maior problema é que essa famigerada reformavai cobrar, mais uma vez, só dos trabalhadores, que já estão pagando (e bemcaro) a conta pela incompetência do governo. Caso seja aprovada, o brasileiromorrerá antes de aposentar. Abaixo citamos os principais pontos:1.Aposentadoria aos 65 anos para homens e 62 para mulheres;2.Tempo mínimo de contribuição de 25 anos para servidores públicos e 15 anos parainiciativa privada (inclusive para trabalhadores rurais). O que ninguém sabe éque muda a base de cálculo e a média da aposentadoria cai;3.Quem entrou no serviço público até 31 de dezembro de 2003 (E.C. 41) só terádireito a aposentadoria integral se tiver 40 anos ou mais de contribuição eidade mínima de 65 anos homens e 62 anos mulheres. Caso se aposente antes, serámédia salarial.4.Instituição de nova alíquota de contribuição previdenciária, que poderá chegara 14%, com o discurso de cobrir o déficit que na verdade não existe.Se a reforma da previdência fosse tão boa, porque ojudiciário, os militares e os políticos estão fora dela. Vamos cobrar dosdeputados e senadores do Paraná que votem contra esse absurdo.O político que votar na reforma da previdência nãovoltará ao Congresso Nacional. NOSSAUNIÃO É A NOSSA FORÇA