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ESTAMOS DE OLHO - decisão monocrática da Ministra Rosa Weber, do STF

Ontem, 20 de junho, tomamosconhecimento da decisão monocrática daMinistra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal, que negou o RECURSO DOS SERVIDORES DA UEM, sobre osreenquadramentos realizados no ano de 1991. O trata da regulamentação e equalização das tabelas salariais detodos os servidores do Estado do ParanáSinteemar está acompanhando todo desdobramentosobre os enquadramentos que foram realizados na UEM e envidará esforços, assimcomo fizemos com o Tide Docente, paraamparar e dar o suporte necessário aos seus filiados. Estamos agendando umareunião para a próxima semana.Informamos que estamos acompanhandotodas as ações de interesse de seus filiados. Temos mais de 600 ações coletivase individuais. Em janeiro deste ano ampliamos nosso atendimento jurídico, disponibilizandoum advogado especialista em previdência, atendendo os filiados, dois dias porsemana. A atual diretoria acredita que está seguindo no rumo certo, pois vemobtendo grandes vitórias judiciais em prol da classe trabalhadora, exemplo disso,são as ações que vencemos recentemente, que já foram julgadas e não cabe maisrecursos, portanto, estão em fase de execução para a restituição dos valores,ou seja já transitado em julgado.Entre elas, citamos a Ação 10/14 e a Açãoda data-base para quem se aposentou até abril de 2007. Na ação 10/14, optamos porexecutar individualmente para acelerar o pagamento, poís uma ação coletiva iriapara precatório, retardando em muito a liberação dos valores.Outra ação que destacamos é sobre aInsalubridade como base de cálculo sobre o salário base do servidor e não sobreo menor salário do Estado, esta ação está na fase final de execução.  Sinteemar
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DIRETORIA DO SINTEEMAR SEGUE FAZENDO REUNIÕES SETORIAIS

A diretoria do Sinteemar,capitaneada pelo presidente José Maria Marques, segue fazendo reuniõessetoriais na Universidade Estadual de Maringá. O objetivo é promover debates eprestar esclarecimentos aos servidores sobre assuntos de interesse dacategoria. A iniciativa faz parte do“Plano de Trabalho” da atual gestão “Educação em Resistência”. Na manhã desta quinta-feira,10 de maio, o encontro foi na sala do COU com Pró-reitores e assessores daatual gestão. O presidente fez esclarecimentos e tirou dúvidas dos servidoressobre a ação de execução que ficou conhecida como a 10/14 contra aParanapreviência, na qual muitos têm direito a receber valores pagos a mais. Um outro assunto discutido foia data-base dos servidores que está sendo negociada entre os integrantes doFórum das Entidades Sindicais (FES), no qual o Sinteemar faz parte, e o Governodo Estado. José Maria explicou que as perdas, nesses três anos sem reposição,já chegam a 11,68%. Para pressionar o Governo a agilizar essa negociação, dia22 de maio haverá uma grande mobilização em Curitiba.Assuntos como o TIDE docente,funcionamento da Clínica Odontológica e as ações dos conselheiros representantedos servidores na Paranaprevidência também entraram na pauta das discussões. As reuniões setoriaiscontinuarão acontecendo. Quem quiser agendar encontros como este, basta ligarno Sinteemar: 3225-1611. Filie-se e fortaleça seuSindicato!!!

DEPOIS DO ENSINO MÉDIO, MEC QUER REFORMAR ENSINO SUPERIOR

         O projeto de reformar o ensinosuperior ainda está em fase de elaboração, mas já vem tirando da zona deconforto toda comunidade universitária. Mudanças, neste setor, sempre mexem como imaginário e com a vida não só de professores, mas de funcionários e,especialmente, dos acadêmicos. O Ministério da Educação, MEC, que já promoveureformas polêmicas no ensino médio, estuda agora fazer grandes reformas também noensino universitário.         De acordo com reportagem veiculada pela Gazeta do Povo, nodia 23 de abril de 2018, essa discussão foi aventada pela coordenadora geral deExpansão e Gestão das Instituições Federais de Ensino do MEC, Nara Pimentel. A preocupaçãodela é rediscutir o papel da universidade como instrumento de diminuição dadesigualdade social e, assim, alavancar o progresso do País.         Uma das principais constatações, citadas na reportagem, éque o olhar para o ensino superior passou a ser feito de maneira mais contextualizadae de forma regionalizada. Para a coordenadora, toda vez em que há a solicitaçãode pedido de abertura de novos cursos ou universidades, há um rigor noscritérios utilizados, em que são levados em conta a questão do desemprego e aeconomia local para estimular a aprovação, ou não.         As universidades, segundo a coordenadora, apresentam noscursos de graduação, uma evasão de alunos de cerca de 30%. Número que supera aodos países desenvolvidos. A justificação dada por Pimentel é que essas ofertasestão baseadas num modelo pedagógico do século XIX, em que se desconsideramudanças sociais e econômicas.         Entre as principais propostas estão o aumento no número devagas nos cursos noturnos e a chance de flexibilização na mudança, caso queirao estudante, de graduação e universidade. O processo de mudança passa, ainda, peladistribuição de cursos para evitar carência em algumas áreas e excesso emoutras.