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SINDICATOS INTENSIFICAM MOBILIZAÇÃO EM DEFESA DA DATA-BASE E DEMAIS DIREITOS

Os sindicatos ligados ao Fórumdas Entidades Sindicais (FES), no qual o Sinteemar faz parte, resolveramintensificar as mobilizações em defesa dos servidores públicos do Estado. Acategoria não aceita ficar mais de um ano sem a data-base. As perdas já somam16,24%. Uma pauta com as reivindicações da categoria foi protocolada no iníciodo ano, mas até agora não houve resposta.  A luta também é contra a retirada de direitos. Há rumores, já divulgados pela imprensa, que o Governo deRatinho Junior (PSD) estuda o fim dos quinquênios, anuênios, licenças-prêmioentre outros, indo na contramão do discurso propagado. O FES ressalta que depoisde eleito, o governador se comprometeu com a valorização dos servidorespúblicos e com o pagamento da data-base nos quatro anos de seu governo.Um documento foi entregue recentemente pelos integrantes doFES ao secretário estadual da Administração e Previdência, Reinold Stephanes,no qual há a comprovação de que não existe impedimento da Lei deResponsabilidade Fiscal (LRF) para que o governo pague o que determina a Lei.Segundo o documento, em 2018, o governo do Paraná arrecadouR$ 37 bilhões, sendo que a previsão era de R$ 35 bilhões, ou seja, R$ 2 bilhõesa mais e mesmo assim, não realizou o pagamento da data-base. Para este ano, deacordo com estudos do FES, a previsão é de um crescimento de 6%. *DIA29 DE ABRIL É DIA DE LUTO E LUTA DOS/AS SERVIDORES/AS !* *NENHUMDIREITO A MENOS! CONTINUAMOS EM LUTA E RESISTÊNCIA !*
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SINDICATOS DO FES SE REÚNEM COM SECRETÁRIO DA SEAP PARA COBRAR DATA-BASE

   Esse foi oprincipal ponto da pauta, considerando que já estamos há três anos sem nenhumcentavo de recomposição salarial. A preocupação dos dirigentes é porque ogoverno do Paraná tem estado em completo silêncio sobre o assunto. O Secretáriofoi lembrado que em maio completará 4 anos sem reposição salarial e osservidores precisam de uma resposta.O FESapresentou os estudos atualizados que demonstram claramente a capacidadefinanceira do Estado e solicitou o pagamento dos 11,53% atrasados mais aprevisão de 4,22% referente a inflação até maio/2019. Uma dívida do governo comos trabalhadores que acumula 16,24%, aproximadamente.Stephanes,concordou que de fato a data-base em atraso é uma situação emergencial, e querealmente existe esse impacto negativo do calote dos governos Beto e Cida.Garantiu que levará ao governador a reivindicação do reajuste.Além dopagamento do reajuste, já estipulado em lei, o grupo cobrou a aplicação domínimo regional aos servidores que hoje recebem abaixo desse valor. 2. PrevidênciaOs dirigentessindicais reivindicaram transparência e participação nos assuntos sobre aParanaprevidência. A comissão que foi aprovada para debater formas de custeiodo Fundo Previdenciário ainda não se reuniu. O FES já indicou seu representantee até agora os trabalhos ainda não começaram. Os trabalhadores não têminteresse no Déficit, mas é preciso debater o assunto e juntos encontrarsoluções possíveis e sustentáveis. O secretário informou que também irá incluirum representante do FES para participar no grupo do governo que está estudandoum novo plano complementar da Paranaprevidência. O secretárioStephanes disse que irá conversar com a PGE e que na próxima reunião, no dia 25de abril, trará uma posição sobre o assunto. O secretárioouviu os relatos e leu os documentos. Disse que tem trabalhado para recompor as15 juntas de perícia e afirmou que nada justifica maus tratos aos servidores. OFES salientou que a situação é critica e que o Estado precisa também arcar comas despesas dos servidores que são obrigados a se deslocarem para Curitiba parafazer perícia. O Secretário concordou com todas as argumentações e disse tambémter pressa em resolver a situação. O secretáriodisse que para a SEAP, Planejamento e Controladoria haverá contratação porconcurso público em breve. Mas para as outras secretarias ainda não temprevisão. 6. ConclusãoAs respostas doSecretário Reinhold Stephanes foram simples e sem muitas perspectivas. Noentanto, para os dirigentes do Fórum a abertura do diálogo foi de extrema importâncianeste momento. Após a reunião, os dirigentes sindicais avaliaram apossibilidade de uma grande mobilização em Curitiba, no dia 29 de abril, exatosquatro anos do Massacre na Praça Nossa Senhora de Salete.
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Primeira reunião entre FES e governo fica para depois do carnaval

O encontro que havia sido marcado pelo líder do governo naAlep, Hussein Bakri, entre sindicatos de servidores e o chefe da Casa Civil,Guto Silva, foi transferido para depois do carnaval. A reunião simboliza aretomada de diálogo entre governo e servidores, que foi rompido pelos governosBeto Richa e Cida Borghetti. Entre os principais pontos das discussões estão: data-base,ParanaPrevidência, combate aos atos antissindicais e contratação de maisprofissionais.  Embora agendada com o chefe da Casa Civil, o líder doGoverno e a Coordenação do FES, a reunião ocorreu com o subchefe da Casa Civil,Alexandre Guimarães e o chefe de gabinete de Bakri, Marcelo Schlenert, quereceberam a comissão de servidores para se inteirar das reinvindicações. Tantoo líder do governo, quanto o chefe da Casa Civil não puderam estar presentes emvirtude da sessão estava ocorrendo no mesmo horário, em regime de urgência naAlep.  Outro ponto que foi discutido com os representantes dogoverno foi a recente circular nº 1/2019, de autoria da Casa Civil, queestabelece que os dias 4, 5 e a manhã do dia 6 de março, recesso e feriado decarnaval, serão considerados pontos facultativos e deverão ser repostos pelosservidores.  Os coordenadores do FES apontaram para o descabimento da decisãoe a indignação da categoria. O subchefe da Casa Civil se comprometeu areavaliar a situação e a emitir um posicionamento sobre o assunto.